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Nesta seção, trazemos informações detalhadas sobre o desenvolvimento do milho, incluindo uma descrição das diversas fases do cultivo, que podem ser visualizadas de forma prática e dinâmica. Além disso, aqui você também encontra um guia com as principais deficiências que podem acometer a lavoura, bem como as formas de identificar cada uma delas.
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Você sabia que em algumas regiões do Brasil o milho segunda safra não é mais chamado de milho safrinha? Neste episódio do Campo On, Pedro Fleury, RTV Stoller bate um papo com o Paulo sobre o importante mercado de milho no país e explica o porquê desta mudança, confira agora!

Folhas brancas ou amareladas entre a nervura e os bordos, podendo seguir-se necrose e ocorrer tons roxos. Em casos muito severos ocorre encurtamento dos internódios.

Clorose internerval nas folhas mais novas. Em casos mais severos aparecem no tecido faixas longas e brancas e o tecido do meio da área clorótica pode morrer e desprender-se. Colmos finos.

Faixas brancas alongadas nas folhas novas. Baixa polinização, abortamento de flores, espigas menores e mal granadas. O grão apresenta-se com cavidades na parte superior. Encurtamento dos internódios e menor desenvolvimento radicular.

Clorose internerval iniciando-se nas folhas mais jovens em toda a extensão da lâmina. Redução na produção de espigas.

As folhas mais novas amarelecem logo que começam a desenrolar, depois as pontas se encurtam e mostram necrose. As margens são necrosadas. Os colmos se dobram com facilidade.

Pequenas manchas brancas nas nervuras maiores, encurvamento do limbo ao longo da nervura principal. A manifestação de sintomas visual de deficiência de molibdênio é pouco frequente. No entanto, baixos níveis do nutriente nas folha, afetam o aproveitamento do nitrogênio pela cultura.

Amarelecimento das folhas mais velhas da ponta para a base em forma de “V”. Secamento começando na ponta das folhas e progredindo ao longo da nervura principal. Clmos finos. Espigas pequenas.

Cor verde escura das folhas mais velhas, seguindo-se tons roxos nas pontas e margens; o colmo também pode ficar roxo. A produção de espigas é altamente afetada.

Clorose nas pontas e margens das folhas mais velhas, seguida por secamento e dilaceração do tecido. A planta fica susceptível ao tombamento. Redução no crescimento do sistema radicular e na produção.

As folhas mais velhas amarelecem nas margens e entre as nervuras, dando aspectos de estrias. Pode acarretar posterior necrose das regiões cloróticas.

Nas folhas superiores aparecem sucessivamente: fino amarelecimento dos bordos, secamento, necrose e dilaceração das margens. Além disso, ocorrem ondulações no limbo foliar no sentido longitudinal.

Redução do porte e área foliar. Folhas cloróticas com manchas esbranquiçadas na base e um gradiente roxo que se inicia no meio do limbo e se desenvolve para a região da bainha. importante: para cada 10 parte de N, o milho necessita de uma parte de S.

Prof. Dr. Evando B. Fagan - UNIPAM - Patos de Minas/MG

Prof. Dr. Evando B. Fagan - UNIPAM - Patos de Minas/MG

Stimulate: TS = 12,5 mL/kg
V5=250 mL/ha
Prof. Dr. Antonio L. Fancelli - (ESALQ/USP - Piracicaba/SP)