Partilhar:
Nesta seção, trazemos informações detalhadas sobre o desenvolvimento do algodão, incluindo uma descrição das diversas fases do cultivo, que podem ser visualizadas de forma prática e dinâmica. Além disso, aqui você também encontra um guia com as principais deficiências que podem acometer a lavoura de algodão, bem como as formas de identificar cada uma delas.
No episódio abaixo, batemos um papo com Larissa Querino, Representante técnica de Vendas na Stoller, e Ewerton Dilelis, que também é Representante técnico de Vendas na Stoller, sobre a redução de abortamento e mitigação de estresse na cultura do algodão. Confira!

As folhas novas apresentam tamanho reduzido e clorose difusa. Quando os sintomas são severos, os entrenós apresentam-se curtos e as nervuras escurecidas.

Folhas novas com clorose internerval caracterizando um “reticulado grosso”, em que as nervuras e regiões adjacentes permanecem verdes e o restante do limbo foliar apresenta-se verde-pálido ou amarelecido.

Folhas novas cloróticas, disformes e com o limbo enrugado (1). Escurecimento interno da parte basal de frutos em início de formação (2). Escurecimento da medula do pecíolo foliar, com a formação de vários anéis (3). Reduzida frutificação e capulhos de tamanho pequeno.

Folhas novas com coloração verde-pálida. A medida que o sintoma se agrava, ocorre clorose internerval com aspecto de “reticulado fino”, em que apenas as nervuras permanecem verdes.

Folhas novas cloróticas, apresentando pontuações pardas na extremidade.
![]()
Nutriente fundamental para o metabolismo do nitrogênio. Sua falta acarreta acúmulo de nitrato nos tecidos da planta, levando à queda excessiva de flores e frutos jovens.

Amarelecimento gradativo das folhas mais velhas, que com a evolução do sintoma passam a exibir manchas avermelhadas.

Plantas com crescimento lento, apresentando folhas pequenas e com coloração verde-escura. À medida que o sintoma progride, as folhas tornam-se pardacentas.

Variegação verde-amarelado do limbo foliar com ligeira proeminência das nervuras; seca e necrose das bordas da folha; desenvolvimento reduzido do capulho e baixa qualidade de fibra.

Descoloração do limbo foliar nos espaços entre as nervuras. Com a progressão do sintoma, as nervuras mantêm a coloração verde, enquanto o restante do limbo torna-se vermelho-púrpura.

Folhas novas pequenas, freqüentemente com o limbo deformado. Plantas com sistema radicular pouco desenvolvido e apresentando baixa retenção de frutos.

Folhas novas com tamanho reduzido, apresentando coloração verde-clara uniforme em toda a extensão do limbo.

